domingo, 16 de dezembro de 2012

Como se faz


As Formigas e a Pena


Uma formiga, que caminhava perdida sobre uma folha de papel, viu uma pena que desenhava traços negros e finos.
-Que maravilha! - exclamou.- Que coisa notável! Tem vida própria e faz garatujas nesta bela superfície a ponto de poder equiparar-se aos esforços conjuntos de todas as formigas do mundo. E que rabiscos faz! Parecem formigas, milhões de formigas trabalhando juntas!
Contou seu pensamento a outra formiga, que ficou igualmente interessada e elogiou os poderes de observação e de reflexão da primeira.
Mas outra formiga disse:
-Valendo-me de seus esforços, devo admiti-lo, tenho observado esse estranho objeto. Mas cheguei à conclusão de que não é ele que impulsiona seu trabalho. Você cometeu o erro de não observar que a pena está ligada a outros objetos que a rodeiam e a conduzem. Esses devem ser considerados como a origem do movimento, acredite.
Desse modo as formigas descobriram os dedos.
Passado algum tempo, outra formiga caminhou sobre os dedos e percebeu que faziam parte da mão, que explorou total e minuciosamente, ao estilo das formigas, esquadrinhando-a toda. Voltou então para junto de suas companheiras e gritou-lhes: - Formigas! Tenho importantes notícias para vocês. Aqueles pequenos objetos fazem parte de outro muito maior. E este é que realmente move tudo. Depois descobriram que a mão estava ligada a um braço e o braço a um corpo; que não existia uma, e sim duas mãos; e que existiam dois pés, que não escreviam. As investigações prosseguiram. Assim, as formigas chegaram a ter uma ideia adequada da mecânica da escrita. Através de seu método de investigação costumeira, entretanto, nada conseguiram saber a respeito do sentido e da intenção da escrita, nem sobre como, finalmente, eles eram determinados: as formigas não sabiam ler nem escrever.
Esse conto criado há séculos atrás consta de um livro sufi (Histórias da Tradição Sufi - Edições Dervish) em que a preparação utilizou a compilação de histórias que mantiveram preservadas suas estruturas e conteúdos originais.


Muitas vezes como as formigas aqui citadas vemos apenas a ponta do iceberg. 
As formigas aqui foram adiante pesquisaram foram alem, descobriram coisas, embora não chegassem a uma conclusão correta do objeto em questão.
Como se faz? 
Esta é a minha curiosidade.
Sempre me preocupei em tentar entender o porque das coisas.
Seja curioso!!!
Pesquise.
Não permita que sua mente se estacione.
Prossiga crescendo em conhecimento
Como ilustração, considere o permafrost, o solo permanentemente congelado no Ártico e em outras regiões onde a temperatura média é abaixo de zero. 
O solo, as rochas e as águas freáticas ficam solidamente congelados, às vezes até a profundeza de 900 metros. 
No verão pode ocorrer um degelo do solo da superfície (chamado de camada ativa). 
No entanto, esta camada fina de solo degelado usualmente é lamacenta, porque a umidade não consegue penetrar no permafrost mais abaixo. 
As plantas que crescem naquela camada fina de cima são freqüentemente miúdas ou atrofiadas; suas raízes não conseguem penetrar no permafrost. 
Talvez pergunte:
‘O que tem que ver o permafrost com eu crescer em conhecimento ?’
O permafrost ilustra bem a situação de alguém cujas faculdades mentais não se envolvem ativamente na assimilação, na recordação e no uso do conhecimento exato.
Então deveriamos  nos perguntar: ‘É assim comigo? Permiti o surgimento duma espécie de permafrost mental? Quão mentalmente alerta e interessado estou em aprender?’ Mesmo que não nos sintamos à vontade com as nossas respostas honestas, podemos começar desde já a dar os passos necessários para crescer em conhecimento.
Então comece já, leia, observe, pergunte!!!

Broa Caxambu (bolacha de fubá)

Acredito que você ja comprou nas padarias aquelas bolachas de fubá muito gostosas para o café da manhã ou da tarde, esta é a receita delas...