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Destaques

Broa Caxambu (bolacha de fubá)

Acredito que você ja comprou nas padarias aquelas bolachas de fubá muito gostosas para o café da manhã ou da tarde, esta é a receita delas.

Experimente, é muito fácil de fazer.

Ingredientes:

500 gramas farinha de trigo 500 gramas fubá 500 gramas açúcar refinado 1 colher (sopa) rasa de fermento em pó 1 colher (chá) sementes de erva-doce 5 colheres (sopa) manteiga sem sal (100g)3 ovos 1 ovo para pincelar 125 gramas de margarina  
Preparo:

Peneire as farinhas.
Coloque as farinhas em uma bacia, acrescente o açúcar, o fermento e a erva doce, misture bem.
Adicione a manteiga e vá misturando com as pontas dos dedos até incorporar bem.
Em seguida adicione os ovos e misture até obter uma massa homogênea bem firme como mostra a foto (se necessário acrescente um pouquinho de água para chegar no ponto)
Unte a as assadeiras.
Modele as broas em forma de bolas, achate levemente deixando com um formato de um disco, e vá arrumando uma a uma nas assadeiras.
Misture uma gema com uma colher de café forte e …

Como se faz


As Formigas e a Pena


Uma formiga, que caminhava perdida sobre uma folha de papel, viu uma pena que desenhava traços negros e finos.
-Que maravilha! - exclamou.- Que coisa notável! Tem vida própria e faz garatujas nesta bela superfície a ponto de poder equiparar-se aos esforços conjuntos de todas as formigas do mundo. E que rabiscos faz! Parecem formigas, milhões de formigas trabalhando juntas!
Contou seu pensamento a outra formiga, que ficou igualmente interessada e elogiou os poderes de observação e de reflexão da primeira.
Mas outra formiga disse:
-Valendo-me de seus esforços, devo admiti-lo, tenho observado esse estranho objeto. Mas cheguei à conclusão de que não é ele que impulsiona seu trabalho. Você cometeu o erro de não observar que a pena está ligada a outros objetos que a rodeiam e a conduzem. Esses devem ser considerados como a origem do movimento, acredite.
Desse modo as formigas descobriram os dedos.
Passado algum tempo, outra formiga caminhou sobre os dedos e percebeu que faziam parte da mão, que explorou total e minuciosamente, ao estilo das formigas, esquadrinhando-a toda. Voltou então para junto de suas companheiras e gritou-lhes: - Formigas! Tenho importantes notícias para vocês. Aqueles pequenos objetos fazem parte de outro muito maior. E este é que realmente move tudo. Depois descobriram que a mão estava ligada a um braço e o braço a um corpo; que não existia uma, e sim duas mãos; e que existiam dois pés, que não escreviam. As investigações prosseguiram. Assim, as formigas chegaram a ter uma ideia adequada da mecânica da escrita. Através de seu método de investigação costumeira, entretanto, nada conseguiram saber a respeito do sentido e da intenção da escrita, nem sobre como, finalmente, eles eram determinados: as formigas não sabiam ler nem escrever.
Esse conto criado há séculos atrás consta de um livro sufi (Histórias da Tradição Sufi - Edições Dervish) em que a preparação utilizou a compilação de histórias que mantiveram preservadas suas estruturas e conteúdos originais.


Muitas vezes como as formigas aqui citadas vemos apenas a ponta do iceberg. 
As formigas aqui foram adiante pesquisaram foram alem, descobriram coisas, embora não chegassem a uma conclusão correta do objeto em questão.
Como se faz? 
Esta é a minha curiosidade.
Sempre me preocupei em tentar entender o porque das coisas.
Seja curioso!!!
Pesquise.
Não permita que sua mente se estacione.
Prossiga crescendo em conhecimento
Como ilustração, considere o permafrost, o solo permanentemente congelado no Ártico e em outras regiões onde a temperatura média é abaixo de zero. 
O solo, as rochas e as águas freáticas ficam solidamente congelados, às vezes até a profundeza de 900 metros. 
No verão pode ocorrer um degelo do solo da superfície (chamado de camada ativa). 
No entanto, esta camada fina de solo degelado usualmente é lamacenta, porque a umidade não consegue penetrar no permafrost mais abaixo. 
As plantas que crescem naquela camada fina de cima são freqüentemente miúdas ou atrofiadas; suas raízes não conseguem penetrar no permafrost. 
Talvez pergunte:
‘O que tem que ver o permafrost com eu crescer em conhecimento ?’
O permafrost ilustra bem a situação de alguém cujas faculdades mentais não se envolvem ativamente na assimilação, na recordação e no uso do conhecimento exato.
Então deveriamos  nos perguntar: ‘É assim comigo? Permiti o surgimento duma espécie de permafrost mental? Quão mentalmente alerta e interessado estou em aprender?’ Mesmo que não nos sintamos à vontade com as nossas respostas honestas, podemos começar desde já a dar os passos necessários para crescer em conhecimento.
Então comece já, leia, observe, pergunte!!!

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