Pular para o conteúdo principal

Destaques

Broa Caxambu (bolacha de fubá)

Acredito que você ja comprou nas padarias aquelas bolachas de fubá muito gostosas para o café da manhã ou da tarde, esta é a receita delas.

Experimente, é muito fácil de fazer.

Ingredientes:

500 gramas farinha de trigo 500 gramas fubá 500 gramas açúcar refinado 1 colher (sopa) rasa de fermento em pó 1 colher (chá) sementes de erva-doce 5 colheres (sopa) manteiga sem sal (100g)3 ovos 1 ovo para pincelar 125 gramas de margarina  
Preparo:

Peneire as farinhas.
Coloque as farinhas em uma bacia, acrescente o açúcar, o fermento e a erva doce, misture bem.
Adicione a manteiga e vá misturando com as pontas dos dedos até incorporar bem.
Em seguida adicione os ovos e misture até obter uma massa homogênea bem firme como mostra a foto (se necessário acrescente um pouquinho de água para chegar no ponto)
Unte a as assadeiras.
Modele as broas em forma de bolas, achate levemente deixando com um formato de um disco, e vá arrumando uma a uma nas assadeiras.
Misture uma gema com uma colher de café forte e …

Burro de Carga




No tempo em que não havia automóveis, na cocheira de um famoso palácio real, um burro de carga curtia imensa amargura, em vista das pilhérias dos companheiros de cocheira.
 Reparando-lhe o pêlo maltratado, as fundas cicatrizes do lombo, e a cabeça tristonha e humilde, aproximou-se formoso cavalo árabe que se fizera detentor de muitos prêmios, e disse, orgulhoso:
- Triste sina a que recebeste!
Não invejas minha posição em corridas?
Sou acariciado por mãos de princesas e elogiado pelas palavras dos reis!
 - Pudera! - exclamou um potro de fina origem inglesa - como conseguirá um burro entender o brilho das apostas e o gosto da caça?
E assim, o desafortunado animal recebia os sarcasmos, resignadamente.
 Outro soberbo cavalo, de procedência húngara, entrou no assunto e comentou:
 - Há dez anos, quando me ausentei de pastagem vizinha, vi este miserável sofrendo rudemente nas mãos do bruto amansador.
É tão covarde que não chegava a reagir, nem mesmo com um coice.
Não nasceu senão para carga e pancadas.
É vergonhoso suportar-lhe a companhia.
 Nisto, admirável jumento espanhol acercou-se do grupo, e acentuou sem piedade:
Lastimo reconhecer neste burro um parente próximo.
É animal desonrado, fraco, inútil, não sabe viver senão sob pesadas disciplinas.
Ignora o aprumo da dignidade pessoal e desconhece o amor-próprio.
Aceito os deveres que me competem até o justo limite, mas,  se me constrangem a ultrapassar as obrigações, recuso-me à obediência, pinoteio e sou capaz de matar.
 As observações insultuosas não haviam terminado, quando o rei penetrou o recinto, em companhia
do chefe das cavalariças.
- Preciso de um animal para serviço de grande responsabilidade - informou o monarca.
Um animal dócil e educado, que mereça absoluta confiança.
 O empregado perguntou:
 - Não prefere o árabe, Majestade?
- Não, não... - falou o soberano.
É muito altivo e só serve para corridas em festejos oficiais sem maior importância.
- Que tal o potro inglês, Majestade?
- De modo algum!
É muito irrequieto e não vai além das extravagâncias da caça.
 - Majestade, e o húngaro?
 - Também não...
É bravio, sem qualquer educação!
É apenas um pastor de rebanho...
- E, Majestade, será que o jumento espanhol serviria? - insistiu o servidor atencioso.
 - De maneira nenhuma!
É manhoso e não merece confiança!
 Decorridos alguns instantes de silêncio, o soberano indagou:
 - Onde está meu burro de carga?
 O chefe das cocheiras indicou-o, entre os demais.
 O próprio rei puxou-o carinhosamente para fora, mandou ajaezá-lo com as armas resplandecentes de sua casa,  e confiou-lhe o filho ainda criança, para longa viajem.
 E ficou tranqüilo, sabendo que poderia colocar toda a sua confiança naquele animal...
 Assim também acontece na vida.
Em todas as ocasiões temos sempre grande número de amigos, de conhecidos e companheiros, mas somente nos prestam serviços de utilidade real, aqueles que já aprenderam a servir, sem pensar
em si mesmos!!!

Postagens mais visitadas