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Destaques

Broa Caxambu (bolacha de fubá)

Acredito que você ja comprou nas padarias aquelas bolachas de fubá muito gostosas para o café da manhã ou da tarde, esta é a receita delas.

Experimente, é muito fácil de fazer.

Ingredientes:

500 gramas farinha de trigo 500 gramas fubá 500 gramas açúcar refinado 1 colher (sopa) rasa de fermento em pó 1 colher (chá) sementes de erva-doce 5 colheres (sopa) manteiga sem sal (100g)3 ovos 1 ovo para pincelar 125 gramas de margarina  
Preparo:

Peneire as farinhas.
Coloque as farinhas em uma bacia, acrescente o açúcar, o fermento e a erva doce, misture bem.
Adicione a manteiga e vá misturando com as pontas dos dedos até incorporar bem.
Em seguida adicione os ovos e misture até obter uma massa homogênea bem firme como mostra a foto (se necessário acrescente um pouquinho de água para chegar no ponto)
Unte a as assadeiras.
Modele as broas em forma de bolas, achate levemente deixando com um formato de um disco, e vá arrumando uma a uma nas assadeiras.
Misture uma gema com uma colher de café forte e …

Os Sentimentos




Conta-se que uma vez se reuniram num lugar da terra todos os sentimentos e qualidades dos homens. 
Quando o ABORRECIMENTO havia se chateado mais uma vez, a LOUCURA, como sempre muito louca, propôs: "Vamos brincar de esconde-esconde?"

A INTRIGA levantou-se intrigada e a CURIOSIDADE, sem se poder conter, perguntou: "Esconde-esconde? Como é isso?"

"É um jogo" - explicou a LOUCURA - "em que escondo o rosto e começo a contar desde um até um milhão enquanto vocês se escondem e, quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará o meu lugar para continuar o jogo."

O ENTUSIASMO bailou, no que foi apoiado pela EUFORIA, e a ALEGRIA deu tantos saltos que terminou por convencer a DÚVIDA e, inclusive, a APATIA, que nunca se interessava por nada.

Mas nem todos quiseram participar. A VERDADE preferiu não se esconder. Por quê? Porque não gostava de ficar escondida, preferia ficar a vista de todos, embora alguns tivessem dificuldades de a encontrar por vezes.

E a SOBERBA opinou que o jogo era muito tolo e deveria ser desfeito (no fundo, o que a incomodava era que a idéia não havia partido dela) e a COVARDIA preferiu não arriscar... 

Um, dois, três... começou a contar a LOUCURA.

A primeira a esconder-se foi a PREGUIÇA, que, como sempre, se escondeu logo atrás da primeira pedra que viu no caminho.

A FÉ teve que remover montanhas para se esconder e a INVEJA escondeu-se atrás da sombra do SUCESSO, que, com muito esforço, conseguiu subir à copa da árvore mais alta. 

A GENEROSIDADE quase não conseguia esconder-se, pois em cada lugar que encontrava, concluía que seria melhor ocupado por algum dos seus amigos....

• Que tal um lago cristalino? É ideal para a BELEZA...

• Que tal um buraco de uma árvore? Perfeito para a TIMIDEZ...

• Que tal o vôo de uma borboleta? É o melhor para a VOLUPTUOSIDADE...

• Que tal uma rajada de vento? Magnífico para a LIBERDADE...

Assim, terminou por ocultar-se num raio de sol.

O EGOÍSMO, por sua vez, encontrou um lugar muito bom desde o princípio, ventilado, cômodo... mas só para ele.

A MENTIRA escondeu-se no fundo dos oceanos (na realidade ela escondeu-se por trás do arco-íris) e a PAIXÃO e o DESEJO esconderam-se no centro de um vulcão.

O ESQUECIMENTO... se... escondeu... aonde mesmo?

Quando a LOUCURA contava 998.999, o AMOR ainda não tinha encontrado um lugar para se esconder, pois todo lugar que encontrava já estava ocupado... até que avistou um roseiral e enternecido decidiu esconder-se entre as suas flores.

"Um milhão" - contou a LOUCURA e começou a procurar.

A primeira a aparecer foi a PREGUIÇA, ali a três passos, atrás de uma pedra.

Depois, encontrou a ,  junto com as OBRAS. A PAIXÃO e o DESEJO vieram logo a tona assim que o vulcão entrou em atividade.

Sem querer, a INVEJA foi encontrada e, claro, pôde-se deduzir facilmente onde estava o SUCESSO.

O EGOÍSMO não teve, nem sequer, que ser procurado, pois ele saiu em disparada do seu esconderijo que era uma colméia de abelhas.

De tanto caminhar, sentiu sede e ao aproximar-se do lago descobriu a BELEZA.

Com a DÚVIDA foi ainda mais fácil, pois encontrou-a sentada sobre uma cerca sem decidir ainda de que lado se esconder.

Assim foi encontrando todos, um a um, o TALENTO entre a erva fresca, a ANGÚSTIA numa cova escura, a MENTIRA atrás do arco-íris... (era mentira que ela iria se esconder no fundo do oceano) e até o ESQUECIMENTO... (que já tinha se esquecido que estava brincando de esconde-esconde).

Mas só o AMOR não havia meio de aparecer em lugar algum.

A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, de cada pedra e de cada montanha que existe no planeta e, quando estava quase a dar-se por vencido, eis que localizou um Roseiral e as suas formosas Rosas...

Pegou uma grande tesoura e começou a cortar loucamente todas as rosas, quando, de repente, um doloroso grito se escutou. Os espinhos tinham acabado de ferir os olhos do AMOR que procurava impedir o avanço da LOUCURA.

A LOUCURA não sabia o que fazer para se desculpar. Chorou, rogou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu amigo íntimo.

Desde então, desde que pela primeira vez se brincou de esconde-esconde na terra, O AMOR É CEGO E A LOUCURA SEMPRE O ACOMPANHA...


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